Melhores Alternativas ao Google AdSense

Melhores Alternativas ao Google AdSense em 2026

Google Adsense

As melhores alternativas ao Google AdSense para monetizar blogs em 2026 incluem Adsterra, Monetag, Journey by Mediavine, Raptive, Ezoic, MGID e Media.net. A escolha depende do tráfego mensal, país dos visitantes, nicho e formatos de anúncios. Algumas plataformas aceitam blogs pequenos, enquanto outras exigem audiência consolidada e critérios específicos de aprovação.

Se você tem um blog e está procurando outras maneiras de ganhar dinheiro com anúncios, existem diversas plataformas de monetização que podem substituir ou complementar o Google AdSense.

Essa busca é especialmente comum entre blogueiros que tiveram o site reprovado pelo AdSense, desejam aumentar a receita publicitária ou simplesmente não querem depender de uma única empresa.

Entretanto, existe um detalhe que merece atenção: muitas listas de alternativas ao AdSense apresentam plataformas com requisitos desatualizados ou recomendam serviços que não fazem sentido para blogs brasileiros com pouco tráfego.

Em 2026, algumas empresas modificaram suas condições de entrada. Por isso, uma plataforma que antes aceitava sites pequenos pode não ser mais uma opção viável para quem está começando.

A seguir, você encontrará uma comparação das principais redes de anúncios para blogs, suas vantagens, limitações e os critérios que realmente importam na escolha de uma alternativa ao Google AdSense.

O que são alternativas ao Google AdSense?

As alternativas ao Google AdSense são plataformas que permitem aos proprietários de sites ganhar dinheiro exibindo anúncios de empresas e anunciantes em suas páginas.

Essas plataformas funcionam como intermediárias entre quem deseja anunciar e quem possui espaços publicitários disponíveis em um blog, portal de notícias ou outro site.

Dependendo da empresa, os anúncios podem aparecer como banners, recomendações de conteúdo, publicidade contextual, vídeos e outros formatos.

A remuneração varia conforme o modelo utilizado:

  • CPM (Custo por Mil Impressões): remuneração baseada na quantidade de impressões publicitárias, conforme as condições da plataforma.
  • CPC (Custo por Clique): o anunciante paga pelos cliques válidos recebidos.
  • CPA (Custo por Ação): a remuneração depende de uma ação específica, como cadastro ou compra.
  • RPM (Receita por Mil Visualizações): indicador utilizado para avaliar quanto o site gera de receita a cada mil visualizações de página ou sessões, conforme a definição adotada.

Nem todas as redes utilizam o mesmo modelo de pagamento. Algumas trabalham com diferentes tipos de campanhas e sistemas automáticos de otimização.

Outra diferença está na aprovação. Enquanto determinadas plataformas atendem pequenos produtores de conteúdo, outras priorizam sites com audiência elevada.

Se você está começando a trabalhar com blogs, aprender a combinar diferentes estratégias de monetização pode ser mais interessante do que depender exclusivamente de anúncios.

Na Formação Império dos Blogs, por exemplo, são ensinadas estratégias de criação de blogs, monetização com Google AdSense, SEO e marketing de afiliados. Esses conhecimentos permitem desenvolver diferentes fontes de receita a partir de um mesmo projeto.

9 melhores alternativas ao Google AdSense para blogs

As principais alternativas ao Google AdSense apresentam diferenças importantes de elegibilidade, formatos publicitários e perfil de audiência. Por isso, a melhor plataforma para um blog pequeno nem sempre será a mais indicada para um portal com milhares de visitantes diários.

1. Adsterra

A Adsterra é uma rede de publicidade digital que permite monetizar sites por meio de banners, anúncios nativos, Social Bar, Popunder e links publicitários.

Uma das principais vantagens da plataforma é a possibilidade de cadastrar sites sem uma exigência mínima fixa de tráfego.

Segundo as informações publicadas pela própria empresa em junho de 2026, a Adsterra aceita publishers de diferentes tamanhos, desde que o tráfego seja legítimo e respeite suas regras.

Isso torna a plataforma uma opção para quem possui um blog pequeno e ainda não atende aos requisitos de outras redes.

Principais vantagens:

  • Não exige um volume mínimo de tráfego para solicitar a monetização.
  • Disponibiliza formatos diferentes de publicidade.
  • Atende sites de diversos nichos e países.
  • Permite utilizar banners tradicionais e anúncios nativos.
  • Oferece diferentes métodos de pagamento, conforme a disponibilidade para o publisher.

Pontos de atenção:

A Adsterra trabalha com formatos que podem ser considerados invasivos, especialmente anúncios que abrem novas janelas ou utilizam redirecionamentos publicitários.

Para blogs que dependem de tráfego orgânico do Google, minha recomendação é dar preferência aos banners tradicionais e anúncios nativos.

Indicação: blogs pequenos, sites em crescimento e produtores de conteúdo que desejam testar uma rede de anúncios sem uma exigência inicial elevada de acessos.

2. Monetag

A Monetag é outra alternativa ao Google AdSense que oferece soluções de monetização para websites, incluindo notificações publicitárias, anúncios em página e formatos baseados em redirecionamentos.

A plataforma informa que não estabelece um mínimo rígido de visualizações para o cadastro de sites.

Entretanto, isso não significa aprovação automática. O domínio precisa atender aos requisitos de conteúdo, tráfego legítimo e segurança da empresa.

Uma característica da Monetag é a utilização de tecnologias para selecionar formatos publicitários conforme o perfil do tráfego.

Entre os formatos oferecidos estão:

  • In-Page Push.
  • Popunder.
  • Vignette Banner.
  • Push Notifications.
  • SmartLink.

Para blogs WordPress, a empresa também oferece opções de verificação do domínio e integração dos anúncios.

O principal cuidado está na escolha dos formatos. Alguns podem provocar uma experiência desconfortável, principalmente para visitantes que acessam o conteúdo pelo celular.

Indicação: blogs com audiência ainda pequena e sites que desejam experimentar outras possibilidades de monetização, priorizando formatos menos invasivos.

3. Journey by Mediavine

A Journey by Mediavine é uma solução de gerenciamento de anúncios voltada para publishers em crescimento.

Ela faz parte da estrutura da Mediavine, empresa conhecida por trabalhar com monetização de sites de conteúdo.

Uma mudança importante ocorreu em 2026: o requisito inicial da Journey passou a considerar pelo menos 1.000 sessões de países premium em um período de 30 dias.

Entre esses mercados estão Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália.

Além disso, a empresa avalia a qualidade do conteúdo, a origem do tráfego, o engajamento dos visitantes e as condições gerais do site.

Esse detalhe muda bastante a recomendação.

Um blog brasileiro com milhares de acessos mensais provenientes exclusivamente do Brasil não necessariamente atenderá ao requisito de sessões qualificadas.

Já um blog em inglês, mesmo relativamente pequeno, pode ter condições de solicitar uma análise se alcançar a audiência exigida nos países aceitos.

A Journey também exige conteúdo original e utiliza dados do Google Analytics 4 durante a avaliação.

Principais vantagens:

  • Estrutura de gerenciamento de anúncios voltada para sites de conteúdo.
  • Possibilidade de entrada com audiência menor do que a exigida por outras empresas premium.
  • Otimização de espaços publicitários.
  • Caminho de crescimento dentro dos programas da Mediavine.

Pontos de atenção:

O volume mínimo de sessões não garante a aprovação. A plataforma também analisa a qualidade e a composição geográfica do tráfego.

Indicação: blogs com audiência internacional qualificada, especialmente projetos que produzem conteúdo para países de maior demanda publicitária.

4. Raptive

A Raptive é uma empresa de gerenciamento publicitário direcionada principalmente a criadores de conteúdo e sites com audiência consolidada.

Em setembro de 2026, os requisitos divulgados pela empresa passaram a incluir um mínimo de 25.000 visualizações de página por mês.

Para sites com 25.000 a 99.999 visualizações mensais, pelo menos 50% do tráfego precisa vir de Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Nova Zelândia ou Austrália.

Para sites com 100.000 visualizações mensais ou mais, a participação mínima desses países passa a ser de 40%.

A empresa também exige domínio com pelo menos seis meses, Google Analytics configurado corretamente e conteúdo original com participação humana significativa.

Essas condições demonstram que a Raptive não é uma alternativa adequada para qualquer tipo de blog.

Um site brasileiro com 50 mil visualizações mensais, mas com audiência concentrada no Brasil, pode não atender aos critérios geográficos.

Por outro lado, um blog de nicho com público expressivo nos Estados Unidos pode encontrar uma oportunidade interessante.

Indicação: blogs internacionais, principalmente em inglês, com conteúdo aprofundado e tráfego qualificado.

5. Ezoic

A Ezoic é uma plataforma de monetização que utiliza tecnologias de otimização publicitária para gerenciar a exibição de anúncios em sites.

Durante muito tempo, foi mencionada como alternativa para blogs pequenos. Entretanto, essa recomendação precisa ser revista em 2026.

Desde 19 de fevereiro de 2026, a empresa passou a exigir, de modo geral, 250.000 usuários ativos mensais para novas inscrições.

Sites que já utilizavam a plataforma antes dessa alteração podem continuar em condições específicas previstas pela empresa.

A Ezoic também menciona um programa de incubação para determinados sites que ainda não alcançaram o requisito principal.

Na documentação oficial sobre os requisitos da Ezoic, a empresa apresenta essas exigências e os critérios de qualidade aplicáveis.

Portanto, colocar a Ezoic entre as melhores alternativas para qualquer blog recém-criado já não representa adequadamente as condições de entrada em 2026.

Entre os recursos da plataforma estão a otimização dos anúncios, ferramentas de análise e soluções para gerenciamento da receita publicitária.

Indicação: sites com audiência elevada e estrutura preparada para trabalhar com soluções mais avançadas de monetização.

Se o seu blog ainda está em crescimento, vale investir primeiro na experiência de navegação e em uma estrutura WordPress bem configurada. Uma referência útil é a seleção dos melhores temas WordPress gratuitos para monetizar com anúncios, que apresenta opções para diferentes tipos de projetos.

6. MGID

A MGID é uma plataforma de publicidade nativa que permite monetizar blogs, portais de notícias e sites com recomendações de conteúdos patrocinados.

Os anúncios nativos são formatos publicitários que se integram visualmente ao layout do site, mantendo uma identificação clara de que se trata de publicidade.

Esse tipo de anúncio costuma aparecer entre os artigos, dentro de páginas de conteúdo ou em áreas destinadas a recomendações.

A MGID pode ser interessante para portais de notícias, blogs de entretenimento, tecnologia e outros projetos com bastante conteúdo publicado.

Entretanto, a empresa estabelece requisitos de audiência.

De acordo com os requisitos oficiais da MGID para publishers, o site precisa atingir aproximadamente 3.000 visitantes únicos por dia ou mais de 90.000 visitantes mensais.

Isso significa que a plataforma não é a primeira escolha para um blog recém-criado.

Além do tráfego, a MGID avalia fatores como originalidade do conteúdo, qualidade editorial, disponibilidade do site e segurança para os anunciantes.

Principais vantagens:

  • Anúncios nativos integrados ao conteúdo.
  • Possibilidade de monetização de páginas com bastante audiência.
  • Formatos destinados a sites editoriais.
  • Compatibilidade com diferentes categorias de conteúdo.

Pontos de atenção:

É necessário avaliar a qualidade visual dos anúncios apresentados. Recomendações sensacionalistas ou pouco relacionadas ao assunto podem prejudicar a confiança do leitor.

Indicação: blogs e portais com tráfego consolidado que procuram complementar sua receita com publicidade nativa.

7. Media.net

A Media.net é uma plataforma de tecnologia publicitária que oferece soluções para monetização de conteúdo digital, incluindo publicidade contextual.

Os anúncios contextuais utilizam informações relacionadas ao conteúdo da página para determinar a publicidade que será apresentada.

Por exemplo, um artigo sobre hospedagem de sites pode apresentar anúncios de serviços relacionados a servidores, domínios e ferramentas digitais.

Essa abordagem pode fazer sentido para blogs especializados que possuem artigos informativos e uma audiência interessada em determinados produtos ou serviços.

Porém, a Media.net mantém critérios de seleção, qualidade editorial e origem do tráfego.

A plataforma exige conteúdo original, navegação adequada e conformidade com suas políticas de inventário publicitário.

Também é necessário considerar que o desempenho e a elegibilidade podem variar conforme os países atendidos e o perfil do site.

Indicação: blogs de nicho com conteúdo de qualidade, audiência qualificada e interesse em publicidade contextual.

Para sites brasileiros, a recomendação é confirmar previamente as condições de aceitação e o suporte ao mercado do seu blog.

8. Taboola

A Taboola é uma plataforma conhecida pelas soluções de publicidade nativa e recomendações de conteúdo patrocinado.

Se você costuma acessar grandes portais de notícias, provavelmente já encontrou blocos de anúncios com sugestões de outros conteúdos ao final das matérias.

Esse é um dos formatos associados ao trabalho de empresas como a Taboola.

A plataforma oferece tecnologias destinadas a gerar receita com o inventário publicitário de publishers, incluindo espaços de recomendação e publicidade personalizada.

Uma de suas características é a possibilidade de monetizar páginas editoriais que recebem grande quantidade de visitantes.

Entretanto, a aprovação depende de uma avaliação comercial e dos critérios de qualidade da empresa.

Não existe motivo para considerar a Taboola uma alternativa de aprovação simples para qualquer blog pequeno.

Outro fator importante é a apresentação visual dos anúncios. Dependendo da configuração, os blocos de recomendações podem ocupar bastante espaço nas páginas.

Indicação: portais de notícias, revistas digitais e sites editoriais com audiência consolidada.

9. Outbrain

A Outbrain é outra empresa conhecida pelas soluções de publicidade nativa e monetização de conteúdos editoriais.

Entre seus produtos estão formatos de recomendações patrocinadas e soluções para aumentar a participação dos visitantes em páginas de conteúdo.

A plataforma trabalha com recursos que permitem combinar publicidade com sugestões editoriais dentro dos sites.

Para um portal que publica notícias diariamente, esse modelo pode representar uma fonte complementar de receita.

Entretanto, assim como acontece com outras empresas voltadas para publishers profissionais, as condições comerciais e técnicas dependem de avaliação individual.

Antes de solicitar uma parceria, o proprietário deve verificar se seu site possui audiência, perfil editorial e estrutura compatíveis com os serviços oferecidos.

Indicação: portais de conteúdo e sites com audiência estabelecida que desejam trabalhar com soluções de publicidade nativa.

Comparativo das alternativas ao Google AdSense em 2026

Comparação entre plataformas alternativas ao Google AdSense para blogs.

A tabela abaixo reúne as principais diferenças entre as plataformas apresentadas, considerando os requisitos divulgados e o perfil de site mais adequado.

PlataformaTráfego mínimo ou condição de entradaPrincipal formatoPerfil indicado
AdsterraSem mínimo fixo divulgadoBanners, nativos e outrosBlogs pequenos e médios
MonetagSem mínimo rígido divulgadoPush, banners e outrosSites em crescimento
Journey by Mediavine1.000 sessões premium em 30 diasAnúncios gerenciadosBlogs com tráfego internacional
Raptive25.000 visualizações mensais e requisitos geográficosDisplay e anúncios gerenciadosBlogs internacionais consolidados
EzoicEm geral, 250.000 usuários ativos mensais para novos cadastrosPublicidade otimizadaSites de grande audiência
MGID3.000 visitantes únicos diários ou mais de 90.000 mensaisAnúncios nativosBlogs e portais estabelecidos
Media.netAprovação conforme avaliação do sitePublicidade contextualBlogs especializados
TaboolaAvaliação comercial e editorialRecomendações patrocinadasGrandes portais
OutbrainAvaliação comercial e editorialRecomendações e anúncios nativosSites editoriais consolidados

Os requisitos foram considerados em outubro de 2026 e podem ser alterados pelas empresas. Atender ao mínimo divulgado não garante aprovação.

Uma diferença que merece atenção é a unidade de medição utilizada.

Usuários ativos, visitantes únicos, sessões e visualizações de página são métricas diferentes.

Um blog pode registrar 30 mil visualizações em um mês sem alcançar 30 mil visitantes únicos. Da mesma forma, pode ter muitos acessos brasileiros e poucas sessões provenientes dos países exigidos por determinada plataforma.

Por isso, conferir apenas a quantidade total de visitas não é suficiente para escolher uma rede publicitária.

Qual é a melhor alternativa ao Google AdSense para blogs pequenos?

Para blogs pequenos, Adsterra e Monetag estão entre as opções mais acessíveis em relação à exigência inicial de tráfego.

Isso não significa que sejam necessariamente as melhores em qualidade dos anúncios, remuneração ou experiência do usuário.

Um blog com poucos acessos pode ser aprovado em uma plataforma e, mesmo assim, gerar uma receita muito baixa.

Na minha experiência com estratégias de monetização em blogs de diferentes nichos, considero mais interessante avaliar a qualidade do tráfego e o potencial comercial do conteúdo antes de instalar vários anúncios.

Um artigo que recebe visitas de pessoas procurando um produto específico, por exemplo, pode apresentar oportunidades de monetização diferentes de um conteúdo puramente informativo.

Por isso, gosto de separar a monetização em duas categorias:

  • Receita publicitária: anúncios exibidos conforme as regras da rede.
  • Receita por conversão: comissões por vendas, indicações ou outras ações realizadas pelos visitantes.

Essa divisão ajuda a escolher um modelo de negócio que combine com o conteúdo do blog.

Um site sobre tecnologia pode monetizar artigos informativos com anúncios e publicar avaliações de ferramentas utilizando links de afiliados.

Já um portal de notícias tende a depender mais da quantidade de acessos e do inventário publicitário disponível.

O mais interessante é que essas estratégias podem coexistir quando respeitam as regras das plataformas utilizadas.

Inclusive, aprender a criar conteúdo otimizado para buscas e monetização continua sendo uma das partes mais importantes do processo. O artigo Monetizando Blogs com o AdSense 4.1: Vale a Pena? apresenta uma formação voltada a quem deseja desenvolver blogs e trabalhar com publicidade.

Qual alternativa escolher de acordo com o tráfego do blog?

A escolha fica mais simples quando você considera a fase de crescimento do projeto e os países de origem dos visitantes.

Blogs com menos de 10 mil visualizações mensais

Para sites pequenos, o primeiro objetivo deve ser conquistar visitantes qualificados e desenvolver um acervo de conteúdos úteis.

Adsterra e Monetag podem ser consideradas para testes, desde que os formatos publicitários sejam cuidadosamente selecionados.

Entretanto, não recomendo instalar anúncios invasivos somente porque uma plataforma aceita sites com pouco tráfego.

Se o blog possui artigos com potencial comercial, programas de afiliados também podem representar uma oportunidade.

Blogs com 10 mil a 50 mil visualizações mensais

Nessa faixa, o proprietário já pode trabalhar com uma análise mais consistente dos dados de monetização.

Além das opções sem exigência fixa de tráfego, vale verificar a elegibilidade de plataformas voltadas para audiências internacionais.

Um blog que alcança 30 mil visualizações mensais e possui participação significativa de visitantes dos Estados Unidos pode ter oportunidades diferentes de um site com a mesma audiência concentrada no Brasil.

Blogs com mais de 50 mil visualizações mensais

Sites com audiência consolidada podem avaliar empresas com critérios de entrada mais elevados.

Entretanto, o volume de acessos precisa ser comparado aos requisitos específicos de cada rede.

Ter 50 mil visualizações não significa automaticamente atender às condições da MGID, Ezoic ou Raptive.

Também vale considerar uma estratégia de monetização combinada.

Na Formação Império dos Blogs, o aprendizado sobre AdSense, SEO e marketing de afiliados ajuda a desenvolver essa visão de monetização. Com diferentes modelos de receita, um blog pode aproveitar melhor as oportunidades comerciais presentes em seus artigos, sem depender exclusivamente do desempenho dos anúncios.

É possível utilizar outra rede de anúncios junto com o Google AdSense?

Sim, o Google AdSense permite determinadas combinações com anúncios de outras empresas, desde que as implementações respeitem suas políticas e as condições de cada plataforma.

Entretanto, isso não significa que qualquer formato publicitário possa ser utilizado simultaneamente.

As políticas oficiais de posicionamento de anúncios do Google AdSense estabelecem restrições relacionadas a cliques acidentais, anúncios em janelas pop-up, pop-under e outros comportamentos que podem comprometer a navegação.

Um cuidado especialmente importante é evitar redes que acionam anúncios pop-under em páginas que também utilizam códigos do Google AdSense.

O Google proíbe a veiculação de seus anúncios em sites que contenham ou acionem esse formato.

Outro ponto é que determinadas plataformas de gerenciamento publicitário exigem exclusividade sobre parte ou sobre todo o inventário do site.

Portanto, antes de combinar duas redes, confira:

  • Se ambas permitem a utilização simultânea.
  • Se os formatos escolhidos respeitam as políticas de publicidade.
  • Se não existem anúncios sobrepostos.
  • Se a implementação prejudica a velocidade do blog.
  • Se os anúncios são claramente identificáveis.
  • Se os visitantes conseguem acessar o conteúdo sem interrupções.

Minha dica é começar utilizando uma configuração simples e avaliar os resultados antes de adicionar novos blocos publicitários.

Ter mais anúncios na página não significa necessariamente ganhar mais dinheiro.

Como escolher uma plataforma de monetização sem prejudicar o SEO?

Para escolher uma plataforma de monetização sem comprometer a experiência de navegação, considere a velocidade do site, os formatos de anúncios e a qualidade do conteúdo apresentado aos visitantes.

Uma rede que oferece remuneração aparentemente interessante pode não compensar se os anúncios dificultarem a leitura ou aumentarem excessivamente o tempo de carregamento.

Priorize anúncios que não atrapalhem a leitura

Banners responsivos e anúncios nativos bem posicionados tendem a ser mais adequados para artigos informativos do que formatos que interrompem continuamente o visitante.

Evite posicionar publicidade de maneira que pareça um botão do site, um link de navegação ou parte do conteúdo editorial.

Avalie o desempenho no celular

Grande parte dos blogs recebe visitantes por dispositivos móveis.

Por isso, a experiência no smartphone precisa ser considerada antes de escolher uma rede de anúncios.

Observe se os banners ocupam espaço excessivo, aparecem sobre o texto ou provocam deslocamentos inesperados durante o carregamento.

Acompanhe os Core Web Vitals

Os Core Web Vitals são métricas utilizadas para avaliar aspectos da experiência de carregamento, interatividade e estabilidade visual.

Ao instalar novos anúncios, acompanhe principalmente:

  • LCP: desempenho do carregamento do conteúdo principal.
  • INP: capacidade de resposta do site às interações.
  • CLS: estabilidade dos elementos visuais durante o carregamento.

Os scripts publicitários podem interferir nessas métricas, dependendo da implementação.

Também vale conferir os resultados no PageSpeed Insights e comparar o desempenho antes e depois da instalação dos anúncios.

Preserve a qualidade editorial

Uma página com publicidade excessiva pode dificultar a leitura e reduzir a percepção de qualidade do conteúdo.

Mesmo quando uma rede não exige aprovação pelo AdSense, isso não elimina a necessidade de produzir artigos originais, úteis e organizados.

A monetização deve aproveitar o valor do conteúdo, e não comprometer sua utilização.

Como calcular se uma alternativa ao Google AdSense compensa?

A melhor maneira de avaliar uma rede publicitária é comparar a receita real obtida por mil visualizações de página, considerando períodos e condições semelhantes.

Como avaliar o RPM e a receita de plataformas de monetização de blogs.

Uma métrica útil é o RPM de página:

\[ \text{RPM} = \frac{\text{Receita estimada}}{\text{Visualizações de página}} \times 1.000 \]

Imagine uma simulação com dois modelos de monetização:

IndicadorPlataforma APlataforma B
Visualizações mensais30.00030.000
Receita hipotéticaR$ 120R$ 180
RPM de página calculadoR$ 4,00R$ 6,00

Nesse exemplo fictício, a Plataforma B apresenta receita maior para o mesmo volume de visualizações.

Entretanto, essa comparação ainda não permite concluir que ela seja a melhor escolha.

Também é necessário verificar se a plataforma aumenta a rejeição dos visitantes, compromete a velocidade do site ou utiliza anúncios que prejudicam a navegação.

O melhor RPM não representa necessariamente a melhor estratégia de monetização a longo prazo.

Uma comparação adequada deve considerar o mesmo período, a origem geográfica do tráfego, os dispositivos utilizados e a quantidade de anúncios apresentados.

Além disso, verifique possíveis descontos, participação na receita e condições de pagamento antes de comparar os valores recebidos.

Como começar a monetizar um blog com outra plataforma?

O processo de cadastro depende da empresa escolhida, mas a preparação do blog segue critérios semelhantes.

  1. Organize o conteúdo: mantenha artigos originais, úteis e distribuídos em categorias claras.
  2. Revise as páginas institucionais: confira as informações de contato, política de privacidade e demais páginas adequadas ao projeto.
  3. Analise o tráfego: utilize o Google Analytics 4 para identificar países, sessões e visualizações.
  4. Escolha uma plataforma compatível: compare os requisitos antes de solicitar aprovação.
  5. Faça o cadastro: informe corretamente os dados do proprietário e do domínio.
  6. Configure os anúncios: utilize os métodos de instalação e verificação oferecidos pela empresa.
  7. Acompanhe os resultados: monitore receita, velocidade, experiência do usuário e eventuais problemas publicitários.

Para blogs WordPress, muitos códigos publicitários podem ser instalados por plugins específicos ou ferramentas de inserção de código.

Entretanto, instalar vários plugins de anúncios sem necessidade pode aumentar a complexidade da manutenção.

Prefira uma implementação simples, com controle sobre os locais em que os anúncios aparecem.

Outro cuidado é verificar os requisitos de pagamento antes de começar.

Algumas empresas trabalham com pagamentos internacionais, valores mínimos para retirada e métodos que podem não estar disponíveis para todos os usuários brasileiros.

Essas condições devem ser verificadas diretamente no cadastro da plataforma.

Vale a pena trocar o Google AdSense por outra plataforma?

Trocar o Google AdSense pode valer a pena quando outra plataforma apresenta condições mais adequadas ao tráfego, ao nicho e aos objetivos do blog.

Entretanto, a substituição não deve ser feita apenas porque alguém divulgou um RPM elevado em determinado site.

Cada projeto possui características diferentes.

Um blog de tecnologia com visitantes internacionais pode apresentar resultados muito diferentes de um portal regional, mesmo que ambos tenham a mesma quantidade de acessos.

Na prática, considero mais interessante identificar primeiro qual problema você deseja resolver.

Se a dificuldade está na aprovação do Google AdSense, procure entender os possíveis motivos da reprovação antes de buscar outra rede.

Se o blog já está aprovado, mas apresenta receita baixa, avalie fatores como posicionamento dos anúncios, origem dos visitantes, páginas com maior audiência e qualidade do tráfego.

Caso ainda esteja preparando seu site para trabalhar com a plataforma do Google, o tutorial sobre como cadastrar um blog no Google AdSense apresenta o processo de inscrição e preparação.

Também é importante entender que uma reprovação pelo Google AdSense não representa, automaticamente, uma aprovação em outras plataformas.

Redes publicitárias legítimas possuem políticas próprias e podem rejeitar sites que apresentem conteúdo inadequado, tráfego artificial ou problemas de qualidade.

Outras formas de ganhar dinheiro com blogs sem Google AdSense

Além das redes de publicidade, existem modelos de monetização que não dependem da exibição tradicional de anúncios.

Entre as principais possibilidades estão o marketing de afiliados, a venda de produtos digitais, os conteúdos patrocinados e a comercialização direta de espaços publicitários.

Marketing de afiliados

No marketing de afiliados, o proprietário de um blog recomenda produtos ou serviços e pode receber comissões pelas vendas ou ações qualificadas realizadas por meio de seus links.

Plataformas como Amazon, Mercado Livre, Shopee e Hotmart oferecem possibilidades de divulgação de produtos, conforme seus respectivos programas e regras.

Esse modelo pode funcionar especialmente bem em artigos de avaliação, comparativos e recomendações de produtos.

Venda de produtos digitais

Um blog também pode utilizar o tráfego orgânico para divulgar cursos, ebooks, materiais educativos e outros produtos digitais.

A vantagem é que a receita não fica limitada ao valor pago pelas impressões publicitárias.

Entretanto, o resultado depende da qualidade da oferta, da confiança do público e da capacidade de converter visitantes em compradores.

Publicidade direta

Outra opção é negociar espaços publicitários diretamente com empresas relacionadas ao nicho do site.

Um blog especializado em jardinagem, por exemplo, pode oferecer espaços patrocinados para lojas e marcas do setor.

Esse modelo exige uma estrutura comercial própria, mas pode ser interessante para sites que possuem uma audiência bem definida.

Conclusão

As melhores alternativas ao Google AdSense em 2026 dependem principalmente do tamanho do blog, da qualidade do conteúdo e da origem dos visitantes.

Para blogs pequenos, Adsterra e Monetag são opções que permitem avaliar a monetização sem uma exigência mínima rígida de tráfego. Entretanto, seus formatos devem ser escolhidos com cuidado para preservar a experiência do usuário.

Já Journey by Mediavine e Raptive podem ser interessantes para sites com audiência internacional qualificada. Ezoic, MGID e outras soluções voltadas para publishers estabelecidos exigem uma análise mais criteriosa dos requisitos.

Se o objetivo é construir um blog lucrativo a longo prazo, minha recomendação é não depender exclusivamente de uma única plataforma de anúncios.

Produzir conteúdo original, conquistar tráfego orgânico qualificado e combinar publicidade com outras fontes de receita pode oferecer mais possibilidades de monetização.

A escolha mais interessante será aquela que gerar resultados consistentes sem comprometer a confiança dos leitores e a qualidade do seu blog.